DOURO Capitulo 2
A noite anunciava a sua chegada, e com ela trazia risos hilariantes. O ambiente estava comprometedor, os copos falavam por si…
Patrícia soltava-se á medida que bebia mais um golo de vinho, o seu corpo mexia-se com toda a sensualidade, Alexandre nunca tinha visto uma mulher tão sensual como aquela. Os seus pensamentos rodavam á volta de um beijo, queria tocar naqueles carnudos lábios que o estavam a deixar doido. Uma mão suave tocou-lhe em sua perna, Alexandre tremeu de ansiedade.
- Queres subir ao meu quarto? – Perguntou Patrícia desinibida.
- Não sei se o teu noivo iria gostar? – Ripostou ele. Patrícia soltou uma enorme gargalhada…
- Eu não tenho noivo, nem sequer destino, apenas estou de férias! Então vamos?
Os dois subiam as escadas como dois adolescentes á espera do momento mágico. A porta abriu-se e os beijos começavam a desenrolar-se. Os braços de Alexandre envolviam-se no corpo de Patrícia, a sua pele arrepiava-se cheia de adrenalina. Nunca fizera tal aventura, terá sido do vinho ou terá sido o poder que Alexandre exercia em sí?!
Ela quis parar de pensar e deixar-se levar. Aqueles beijos deixavam-na doida, queria mais, não queira parar por ali. As suas costas arqueavam de prazer, os beijos de Alexandre eram certeiros, parecia que conhecia o seu corpo como ninguém. Ele chegava o seu vestido para cima lentamente, pouco a pouco revela-se um corpo com curvas suaves, tentadoras, uma pele sedosa e pálida. O desejo aumentava, os corpos já estavam semi-nus no meio daquela excitação. Os seios arrebitados deixavam Alexandre desejoso de os lamber, aquele corpo era perfeito encaixava-se nele. A pele roçava-se juntamente com o prazer, o calor aumentava á medida da troca de fluidos. A boca de Alexandre baixava-se devagarinho em busca do sítio mais secreto. Gemidos se ouviam acompanhados de espasmos, era luxúria. As mãos dele acariciavam os seus seios e o prazer acrescia.
- Pára! – Disse ela baixinho – Agora é a minha vez!
Mas ela foi ignorada, fechou os olhos mais uma vez, não estava aguentar tanto prazer, estava quase lá! Estava quente e húmido tal como ele gostava de ver e de sentir, era perfeita. Decidiu tirar o resto da sua roupa enquanto ela o beijava intensamente e o acariciava. Ela queria o ouvir gemer de prazer, queria o ter só para ela! Gula talvez.
- Quero-te… - Sussurrava-lhe ao ouvido, ao mesmo tempo que o lambia e mordia lhe com carinho. A sua mão viajava com um rumo destinado, queira-o provocar!
Sentiu a sua provocação a surtir efeito, ele já não aguentava aquela provocação e assentiu-lhe que continua-se… Ela beijava-o devagarinho no pescoço, ainda mais devagar se roçava nele, o beijo era cada vez mais lento á medida que descia, mais e mais e mais…
Um gemido se ouviu com uma contracção! Ele abriu os olhos, agarrou-a pelos ombros, olhou-a fixamente, sorrindo!
- Não sabes a onde te metes-te.
Agarrou-a mais uma vez, mas desta vez pela cintura de um gesto primitivo pôs-se em cima dela afastando as suas longas pernas e consumiu de maneira vigorosa e firme o seu desejo pelo seu corpo! Ela gemia de tamanho prazer, queria mais, mais! Possui-a, ela era dele, e ele era dela, eram um só! Cheios de prazer e de ambição de chegarem ao maior prazer! Corpos suavam de tamanha selvajaria, a cama se ouvia nos quartos ao lado, não eram discretos, estavam insaciados… Gestos repetidos se faziam, era agora, era agora! Um grito junto de uma contracção de todos os músculos e mais uma vez o prazer vencera a razão.
Os tímidos raios de sol batiam no rosto robusto de Alexandre, eram sete da manha, despertava com o seu corpo moreno dorido, tinha sido uma noite quimérica.
- Patrícia? – Gritou por ele em esperança que tivesse na casa de banho.
A sua mala não estava lá tal como não estavam vestígios dela. Ele olhou por todos os cantos e recantos em busca de algum sinal dela, uma carta, uma pequena carta o esperava na recepção!
- Isto é para si chefinho, foi a única coisa que essa senhora cá deixou.
- Só isto? – Ficou incrédulo. Era ele que fazia este tipo de jogos, não elas!
“Adorei a noite de ontem mas tenho que ir ter com o meu noivo! Se me quiseres encontrar tu saberás onde estou.
Beijos Patrícia”
Como era possível? Então ela teria noivo, ou não teria? Seria uma pista? O que fazer? Na verdade a única coisa que ele queria era vê-la de novo.
- Onde vai chefe?
- Vou para Bragança?!
Continua...

9 Comentários:
esta historia é muito boa, como tive a opurtuniddae de ler toda acho que está muito bem dividida, sempre com um mistério para desvendar...
continua...
beijinhos
Continua.
Belo capítulo ;)
Continua a escrever Ana!
Vou passar por cá mais vezes, fiquei curiosa p/saber a continuação da história...
a história está muito fixe! tinhas razão quando disseste que era difícil de parar depois de se começar a ler por isso toca a trabalhar no 3º capítulo antes que o pessoal morra de ansiedade :b
ADOREI MELHER!! tá mesmo Louco imaginei tudo SUA porca!!! TA LINDO!!!!!! XD!!!! CONTINUA mas é mesmo pa CONTINUAR!!!!!
Bjinhoossss gandssss
Lancei um desafio, superas-te.
Agora quero ver até onde consegues ir...Keep it up
ta bacano gostei quando ha a continuaçao? bjos o teu protector
Samoes Samoes... simplesmente diferente e de qualidade!!! Fiquei curioso :D Continua ;)
Eu não disse? O meu narizinho não me engana..
Where is red bolinha?
Ahan Ahan?
Muito bom!
Gostei imenso, oh Ana Loira xD
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