Douro Capitulo 6
- Sendo assim de acordo com as regras constitucionais e leis criadas pelo poder legislativo de Portugal o arguido Alexandre Pinto Magalhães é considerado inocente! Declaro encerrada a audiência. – Erguia-se o juiz com ar arrogante.
Aquelas palavras deram a Alexandre o maior alívio. O seu nome estava limpo, ele estava realmente inocente, mas mesmo assim algo não lhe saia da cabeça, quem é que tentou mata-lo e porque é que tentou?
Ao sair da sala de audiências Raul convidou-o para um almoço, mas Alex recusou preferindo ir para casa descansar.
«Nada bate certo porque seria tudo isto? Quem matou o João Fonseca? Mas porquê em minha casa?» Á medida que bebia o seu uísque tudo isto girava na sua cabeça, estava dar com ele em doido, tinha que tirar tudo isto a limpo, mas como? Mais uma vez algo paralisa os seus pensamentos mas desta vez foi uma campainha inesperada e estridente, ao abrir a porta um grande decote destacou-se de um elegante fato preto, era Patrícia com uma garrafa na mão.
- Então vamos beber um copo? – Entra sem pedir autorização de maneira provocatória.
- Eu pensava que a senhora só bebia chazinho? – Fecha a porta com um sorriso brejeiro. – O que estás a fazer? – Perguntava impressionado ao vê-la a despir o seu top ficando apenas de calças.
- A adiantar trabalho, tenho saudades tuas!!
Aquelas palavras mágicas fizeram-no despertar, aquele corpo era apetecível quase impossível negá-lo. Os seus braços rodearam a cintura dela enquanto havia uma troca de saliva de línguas entusiasmadas, os seus corpos roçavam-se cada vez mais. As suas mãos exploravam a cada curva, parecia que tinham sido feitas á medida dele. Ela tirava fogosamente os botões da camisa de Alex acabando mesmo por arranca-los isto com a ânsia de puder sentir aquele peito definido de uma pele macia. Os olhares cruzavam-se cheios de desejo e inquietação. Num gesto menos delicado encostou-a contra a mesa do hall de entrada, tirou-lhe as meias de ligas com uma mão apalpou-lhe as longas pernas enquanto com a outra brincava com o erecto e rosado mamilo, virou-a de maneira bruta, a sua respiração ofegante ouvia-se, afastou-lhe as pernas com um pé, sentindo-lhe o cheiro, subiu-lhe a saia e ali mesmo começou a saciar o seu desejo com vigor e ritmo, a mesa arrastava á medida de cada investida que era cada vez mais profunda, os gemidos faziam-se ouvir, estava tudo muito quente e húmido, estava muito perto. Aqueles corpos estavam incendiados de prazer, estavam viciados. As costas de Patrícia arqueavam-se cada vez mais, as mãos de Alex não paravam, uma agarrava-a com força enquanto a outra passeava entre o sítio mais secreto e os seios voluptuosos. Aquele momento era cada vez mais intenso mais agressivo, mais delicioso. Era agora… A campainha de novo fez-se soar, aqueles corpos congelaram no meio daquele incêndio de paixão, mas quem seria? Rápido vestiram-se, para poder abrir aquela maldita porta.
- Quem é?
- Sou eu o Raul!
Continua...

4 Comentários:
Epá, o Raul foi mesmo inoportuno..
Mas o mistério persiste..
Huuum
Gostei muito xD
parabéns
I love it! :D
Uau! Adorei ;)
Que maldita porta XD
Fiquei ansiosa pelo próximo capítulo!
RAUL SEU EMPATAFODAS!!! XD
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